sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Formatura do Lory


Bom, sexta-feira passada, dia 18 de dezembro de 2009, o Lory se formou. Depois de todas as dúvidas, de todos os medos, de todos os gritos exasperados de "eu nem sei se eu vou me formar", de todas as revisões de última hora e até de alguns trabalhos que eu fiz no lugar dela, depois de todos os tormentos e surtos psicóticos durante o ano, ela pôde fazer coro ao seu professor de sociologia e paraninfo e dizer que, enfim, saiu do colégio - ou do CAP - para entrar na vida. E, apesar de algumas coisas não terem saído conforme o planejado (ou não terem sido planejadas como deveriam ter sido), ou de algumas pessoas se esforçarem ao máximo para serem idiotas inclusive nesse momento, foi realmente gratificante sentar entre o vô e o André nas cadeiras da Reitoria e ver a minha irmãzinha se formar, tão bonita e adulta. Devo confessar que, ao vê-la aparecer, juntamente com seus colegas, ao som de Another Brick In The Wall, eu chorei, e chorei de novo quando ela desfilou solitária com Children of Bodom ao fundo, e foi de puro orgulho. Pois, apesar de participar da corrente que acredita que passar de ano não é fazer nada mais do que a obrigação, admito que é de relevar que, para algumas pessoas e em algumas situações específicas, as obrigações podem se tornar algo difícil de cumprir. Parabéns, manga!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Feliz aniversário, vô.


"Obrigada

Pelos olhos, além da simples visão
Pela boca, que não cala
Pelos ouvidos, que escutam os homens e seu tempo

Pelas idéias, por fazer-me grande

Sonhadora mas não inútil
Pela compreensão
Obrigada."

Pra ti, avô querido, amado e idolatrado, tento desejar um feliz aniversário, torcendo pra que essa data ainda se repita por muitos e muitos anos. A ausência incomoda. Saudade da tua elegância - independente de bombacha ou traje -, dos teus ditos gabrielenses, do teu cheiro e até da tua voz. Mais um ano praticamente sem contato, mas no meu coração permanece eternamente inabalado o sentimento, aquela sensação boa e acalentadora de que nos pertencemos, indiscriminada e absolutamente. Te amo, meu avozinho quase octagenário. Te amo e, plagiando a única que talvez ame mais, agradeço.
Por ti, meu coração.