domingo, 1 de junho de 2008

31.05.2008

Festa de aniversário da Vanessa, no Santa Mônica, ontem à noite. Presentes as figurinhas carimbadas de sempre: Flor, Pri e Char, somadas às novas figuras: Mayara, Charlys e (se não me engano) Vinícius. Sem contar a aniversariante, é claro. Um frio de rachar do lado de fora, muito calor humano a partir da porta de entrada. Fila da chapelaria, uma rápida passadinha no banheiro para conferir o cabelo e - tcharam! - festa festa festa! Eu me superando no quesito 'dançar música eletrônica', a carinha de entediada da Char na hora de me acompanhar à pista de baixo. Afinal, trato é trato, não é mesmo? Eu dancei bastaaante algo que eu nem gosto e nem sei como dançar, e nem senti tanta vergonha assim. Duas doses de absinto depois, muitas risadas, depois de ter dançado com boa parte da população masculinha da pista que realmente me interessava, eu ainda estava procurando a festa perfeita. O que estava faltando? Comemoração do aniversário de uma das minhas melhores amigas, ela radiante de felicidade (pelo menos me pareceu; não sei se exatamente por causa da nossa presença, mas espero que sim). Eu muito bonita, a música ótima, pessoas interessantes ao redor. Foi aí que eu percebi. Talvez alguém tenha me dito isso alguma vez e tenha ficado no meu subconsciente, ou eu pensei sozinha, não sei. Quando a gente vai a algum lugar público; uma festa, um restaurante, um evento qualquer, e é MUITO bom, nós não devemos tentar repeti-lo. Não tão cedo, principalmente. Porque sempre ficará a expectativa de superar a outra vez, ou pelo menos igualá-la. E isso nem sempre será possível. Eu dancei como louca ontem, arrisco-me a dizer que fui a única que não sentou nenhuma vez. Abracei a minha amiga e lhe desejei feliz aniversário, fiz uma promessa pra Char e cumpri, ri muito com a Pri e a Mayara. Mas eu não consegui. A festa estava ótima, não há dúvidas. Mas eu não.

7 comentários:

ter disse...

A questão é que algumas pessoas são insubstituíveis.
Descobri isso quando minha "tattoo do braço direito" se foi.
Não que no seu caso seja irreversível, porém, é melhor deste jeito, assim como foi melhor para ela ter ido embora.

Yabukishin disse...

Não confie numa pessoa que não dança. Dançar liberta. Dançar nos faz conhecer o nosso próprio corpo. E dançar nos faz esquecer...

Você viu tanto durante todo seu caminho... o que aprendestes? O importante é invisível aos olhos. Se não aprendestes nada, velhos erros e velhas pessoas a visitarão. Pense nisso.

TE AMO!

Vah disse...

Realmente eu estava radiante felicidade! E como não estaria?!! Algumas das minhas melhores amigas, meu namorado (meu melhor amigo) e o cunhado, tdos estavam me prestigiando, tive a oportunidade de conhecer uma garota super simpática (prima da Pri), enfim...
A noite foi extremamente agradável(desagradável só o frio), mas o importante é que curti a noite ao lado de pessoas que fazem a diferença na minha vida!! Amo vcs e agradeço todos os dias a Deus por vcs existirem e por fazerem parte da minha vida!!!

Beeijos

Vah disse...

Correção:

*Radiante DE felicidade!!
=D
Beeijos

Priscila Dietrich disse...

amei teu texto!
ai é verdade a festa tava ótima e tal..
temos que sair mais vezes juntas..
mas não repetir o mesmo lugar!

mas uma coisa tenho que confessar...
eu tbm procurava alguém de outra
festa que não me saia do pensamento!

Priscila Dietrich disse...

AMO todas!
meu amores! ♥

Nise Toledo disse...

Menina amada, minha...
tu vives o tempo de festear, eu vivo o tempo de festejar.
Mas no meio do caminho, nos encontramos.
Bjs ,
tia Ivanise