domingo, 8 de junho de 2008

09.06


Sem maiores comentários. Feliz aniversário, Luca. TE AMO.

Coisinhas.

Semana dos infortúnios: acordei uma hora mais cedo do que deveria na terça-feira, por total descuido e desatenção da minha parte (sim, eu coloquei o relógio pra despertar muito antes do que devia ¬¬); faltou luz no meio do meu banho de quarta-feira e eu tive que ir chamar o zelador de toalha na cabeça e pantufas; fui fazer nescau/chocolate quente e a tampa do liquidificador se desprendeu, sujando toda a cozinha e queimando horrivelmente a minha pobre mãozinha direita. Bem que o pai me preveniu que essa pequenas desgraças nunca vêm sozinhas.

Por outro lado, semana total boa: estudei com o Gabriel terça-feira (apesar de não ter rendido muito, temos que melhorar isso) e encontrei o André três vezes na semana; estamos entrando numa sintonia bastante boa. Cinema do Nilo quarta-feira, com direito a Drica dormindo lá em casa, a um bom tempo não tínhamos a oportunidade de conversar adequadamente. O namorado dela é bem querido, até nos acompanhou até em casa, e isso é muito fofo. Show do Tenente Cascavel quinta-feira, umas das coisas mais legais que já aconteceram no planeta! Não parei de cantar quase nenhum segundo, e quando o Duda subiu ao palco, meu 'deus', todo mundo ouvia os meu gritos. Mas não, dessa vez eu não pedi pra ele casar comigo. Ele nunca aceita, mesmo. Festa na N.E.O. sexta-feira, com direito às cantadas mais panacas já conhecidas. Muuuito legal a festa, tocou horrores de Michael Jackson. Simulão sábado, eu chegando esbaforida nos últimos segundos e encontrando a prima por acaso no meio daquelas quinze mil pessoas. Escore na prova não tão bom assim, veredito: preciso estudar (mais).

domingo, 1 de junho de 2008

31.05.2008

Festa de aniversário da Vanessa, no Santa Mônica, ontem à noite. Presentes as figurinhas carimbadas de sempre: Flor, Pri e Char, somadas às novas figuras: Mayara, Charlys e (se não me engano) Vinícius. Sem contar a aniversariante, é claro. Um frio de rachar do lado de fora, muito calor humano a partir da porta de entrada. Fila da chapelaria, uma rápida passadinha no banheiro para conferir o cabelo e - tcharam! - festa festa festa! Eu me superando no quesito 'dançar música eletrônica', a carinha de entediada da Char na hora de me acompanhar à pista de baixo. Afinal, trato é trato, não é mesmo? Eu dancei bastaaante algo que eu nem gosto e nem sei como dançar, e nem senti tanta vergonha assim. Duas doses de absinto depois, muitas risadas, depois de ter dançado com boa parte da população masculinha da pista que realmente me interessava, eu ainda estava procurando a festa perfeita. O que estava faltando? Comemoração do aniversário de uma das minhas melhores amigas, ela radiante de felicidade (pelo menos me pareceu; não sei se exatamente por causa da nossa presença, mas espero que sim). Eu muito bonita, a música ótima, pessoas interessantes ao redor. Foi aí que eu percebi. Talvez alguém tenha me dito isso alguma vez e tenha ficado no meu subconsciente, ou eu pensei sozinha, não sei. Quando a gente vai a algum lugar público; uma festa, um restaurante, um evento qualquer, e é MUITO bom, nós não devemos tentar repeti-lo. Não tão cedo, principalmente. Porque sempre ficará a expectativa de superar a outra vez, ou pelo menos igualá-la. E isso nem sempre será possível. Eu dancei como louca ontem, arrisco-me a dizer que fui a única que não sentou nenhuma vez. Abracei a minha amiga e lhe desejei feliz aniversário, fiz uma promessa pra Char e cumpri, ri muito com a Pri e a Mayara. Mas eu não consegui. A festa estava ótima, não há dúvidas. Mas eu não.